O Biotério é um espaço especializado destinado ao alojamento de animais de laboratório das espécies Mus musculus (murganho) e Rattus norvergicus (ratazana) para fins experimentais e de ensino, sendo um local de acesso restrito, apenas acessível a funcionários e utilizadores com formação e autorização específicas.
O Biotério segue o disposto pelas diretrizes internacionais e pela legislação nacional em vigor (Decreto-Lei nº113/2013 de 7 de agosto), cumprindo o estipulado pela autoridade nacional competente (Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária – DGAV) e garantindo a aplicação dos princípios designados genericamente de ‘3Rs’ (Substituição, Redução e Refinamento).
O Biotério disponibiliza o espaço e equipamentos necessários para que os investigadores possam desenvolver os seus projetos utilizando as espécies animais referidas.
O Biotério participou ainda na organização e concretização do Curso de Microcirurgia para Médicos que decorreu a 1 e 2 de março de 2019 no DCM. Este curso foi co-organizado pelo iBiMED/DCM e pelo Centro Hospitalar Vila Nova Gaia/Espinho (CHVNG/E). Teve a participação de 8 formandos, devido ao número restrito de microscópios, e de vários formadores provenientes do CHVNG/E, UP e iBiMED/DCM, como descriminado no poster e programa em anexo.
Esta ação é dirigida a médicos cirurgiões plásticos e reconstrutivos ou de outras áreas da cirurgia, para o treino prático e aperfeiçoamento de técnicas de microcirurgia nomeadamente a anastomose de veias, artérias e nervos, usando ratos como modelos vivos.
A execução de estudos federados de saúde em larga escala e envolvendo múltiplos centros só é possível se estiverem disponíveis ferramentas adequadas para gestão e descoberta de dados. Catálogos de dados podem ser usados para fornecer uma visão geral das características dos bancos de dados sem liberar os dados reais.
MONTRA é uma plataforma web para criação de perfil de bancos de dados distribuídos [1]. Os requisitos dos usuários foram projetados em estreita colaboração com pesquisadores médicos, proprietários de dados e empresas farmacêuticas, resultando em um rico conjunto de funcionalidades para apoiar a descoberta de bancos de dados e coortes. A plataforma foi desenvolvida com arquitetura modular que simplifica a integração de serviços internos e externos.
Este quadro está a ser utilizado com sucesso em vários projetos e iniciativas de investigação europeias, focadas na divulgação e partilha de bases de dados biomédicas.
No projeto EHDEN (www.ehden.eu), por exemplo, agregamos informações sobre mais de 8 milhões de conceitos clínicos de mais de 250 milhões de registos clínicos (EHR) de quase 150 instituições europeias (portal.ehden.eu). MONTRA2 está disponível publicamente sob a licença do MIT em https://github.com/bioinformatics-ua/montra2.
O ano de 2022 foi essencialmente o primeiro ano de pleno funcionamento da plataforma Drosophila. A plataforma Drosophila começou com o objetivo e princípio orientador de fornecer a infraestrutura e o know-how para que qualquer investigador do iBiMED ou da Universidade de Aveiro possa utilizar este organismo modelo em investigação biomédica ou pré-clínica, em estudos genéticos ou farmacológicos (ex. PMID: 35069190, 29951813, 29951811, 29514880). Com o objetivo de incentivar a utilização da Drosophila nas diversas linhas de investigação do iBiMED ou da UA, foi organizado um workshop aberto a todos os investigadores da UA com o objetivo de dar a conhecer este organismo modelo e explicar como pode ser utilizado. A organização do espaço laboratorial está pensada para que durante o período de utilização deste organismo os investigadores do iBiMED tenham espaço no laboratório de apoio (espaço de bancada partilhada), acesso às infraestruturas e apoio científico de forma a garantir o sucesso do trabalho proposto. A plataforma tem sido utilizada por alunos de diversos laboratórios do iBiMED e a expectativa é que o número de laboratórios envolvidos aumente substancialmente.
Rui Martinho (rgmartinho@ua.pt)
A engenharia de tecidos pretende fazer face à escassez de tecidos/órgãos disponíveis para reparação e transplante, adotando estratégias multidisciplinares que permitem a criação ex-vivo de estruturas híbridas implantáveis através da integração de biomateriais, células e sinais físico-químicos. Esta plataforma oferece a possibilidade de desenvolver hidrogéis capazes de encapsular células, estruturas porosas, membranas, micropartículas e microambientes fechados como unidades de construção para desenvolver dispositivos capazes de direcionar ativamente o destino das células estaminais para a produção de substitutos de tecidos artificiais viáveis e com potencial terapêutico. Estruturas complexas podem também ser fabricadas a partir de tecnologias de manufatura aditiva, incluindo a bioimpressão 3D.
A utilização de biomateriais e condições especiais de cultura, incluindo a utilização de biorreatores, permite o controlo no espaço e no tempo de estímulos bioquímicos e mecânicos para ativar a expansão e diferenciação celular, a manutenção do fenótipo e a produção de matriz extracelular.
As estratégias de engenharia de células e tecidos também podem ser utilizadas para desenvolver modelos 3D in vitro para estudar mecanismos de doenças e testar terapias, incluindo numa lógica de medicina personalizada.
Áreas de Atuação
- Biomateriais de origem natural e bioinspirados: macromoléculas obtidas a partir de fontes sustentáveis e naturais são adequadas para a produção de biomateriais biocompatíveis e com propriedades biológicas e físico-químicas controláveis.
- Engenharia de microambientes para controlo celular: a produção de unidades híbridas à microescala, seguida da sua organização em estruturas maiores, permite a bioengenharia de tecidos com estruturas hierárquicas e altamente controladas.
- Biofabricação 3D de tecidos: nestes casos, é possível processar estruturas combinando tipicamente hidrogéis e células, até à escala dos centímetros, com uma arquitetura bem controlada e com uma forma que pode reproduzir, com grande rigor, a do defeito do tecido que se quer regenerar.
- Cultura dinâmica de dispositivos híbridos: biorreatores e sistemas de microfluídicas, bem como estratégias de disponibilização de nutrientes, permitem criar ambientes biomiméticos em que as células recebem estímulos mecânicos e (bio)químicos adequados.
Professor João Mano
"A plataforma de Investigação Clínica e Biobanco entrou em funcionamento em meados de 2017 e inclui o laboratório onde são manuseadas amostras humanas e o Biobanco iBiMED para armazenamento de coleções de amostras biológicas. O biobanco iBiMED integra a Rede Nacional de Biobancos.
Esta plataforma suporta a investigação clínica e translacional, o treino de estudantes e clínicos de pós-graduação, promove colaborações entre os investigadores e hospitais.
Designadamente, possibilita investigação a nível da descoberta e validação de biomarcadores, validação de novos kits de diagnóstico, ferramentas de prognóstico e tratamento de doenças humanas. O Biobanco inclui coleções de amostras de biofluídos humanos (incluindo sangue e seus derivados, saliva, urina, entre outros), dados clínicos de indivíduos voluntários, saudáveis ou com doenças (ex. de foro Neurológico, Respiratório e Cardiovascular)."
Funciona em estreita colaboração com o Centro Académico Clinico Egas Moniz, entre outros centros hospitalares regionais.
Tem como prioridades:
Ana Gabriela Henriques
aghenriques@ua.pt
Instalação de investigação dedicada ao campo da biofabricação e engenharia de tecidos centrada em desenvolver técnicas e tecnologias inovadoras para conceber e fabricar estruturas e tecidos funcionais para fins de medicina regenerativa. Os investigadores do laboratório utilizam uma abordagem multidisciplinar, combinando princípios da biologia, engenharia e ciência dos materiais com o objetivo de desenvolver estruturas biomiméticas, cuja composição e funcionalidade se assemelham aos tecidos naturais.
O laboratório inclui diferentes tecnologias e técnicas de fabricação 3D. Uma bioimpressora 3D, com funcionalidades exclusivas, tais como: três cabeças de impressão e um sistema de cura por UV, permitindo combinar vários materiais com diferentes comportamentos de impressão, bem como células e estímulos bioativos, tudo num único processo de fabricação; Coletores de impressão editáveis por software para automatizar e dimensionar o seu processo de fabricação; Combinação de tecnologias de “electrowriting“ e de dispensação num único processo, permitindo fabricar construções com recursos da nano a macro escala. Possibilidade de incluir fibras submicrométricas nas construções; Gabinete de segurança biológica Classe II. O laboratório possui outras abordagens inovadoras de biofabricação, como a eletrofiação 3D e eletropulverização de células complementadas com biorreatores de estímulo mecânico e elétrico. Complementarmente o laboratório possui recursos para o desenvolvimento de algoritmos e modelos computacionais para otimizar a disposição destes biomateriais, permitindo a criação de estruturas e arquiteturas altamente customizadas. Esses métodos permitem a fabricação de estruturas/tecidos com diferentes níveis de complexidade e funcionalidade tais como o osso, cartilagem e a espinhal medula entre outros já produzidos.
Este laboratório desempenha um papel crucial no avanço do campo da engenharia de tecidos e biofabricação. Através da utilização de sistemas de fabricação de engenharia de tecidos avançados eliminando a tradicional mão-de-obra laboratorial intensiva, aumentando a reprodutibilidade, a segurança e a eficiência-económica, contribuindo para a sua adoção clínica generalizada. Pretende-se assim transformar o futuro da medicina regenerativa e melhorar a qualidade de vida de pessoas que necessitam de substituições de tecidos.
O Laboratório de Biomecânica da Universidade de Aveiro dedica-se à realização de investigação avançada nas áreas da saúde musculoesquelética e ortopédica. Aproveitando tecnologias de ponta, como equipamentos de ensaio biomecânico e simulação computacional, concretizamos investigação para aperfeiçoar as intervenções ortopédicas, otimizar implantes e melhorar os resultados nos pacientes. O laboratório combina as áreas de biomecânica, engenharia e ortopedia, sendo um meio multidisciplinar de investigação científica e de avanço tecnológico.
Para estudar de forma abrangente a função musculoesquelética, o laboratório possui uma variedade de equipamentos de ensaio, incluindo células de carga, máquinas de teste multiaxial, máquinas de teste de fadiga, dispositivos de simulação muscular, sensores de mapeamento de força e pressão, e sistemas de aquisição de dados incluindo um sistema de medição ótica. Com estes equipamentos, é possível quantificar importantes parâmetros biomecânicos, como forças de reação em articulações, momentos articulares, deformação, tensões, pressão entre outros, o que permite compreender o comportamento estrutural musculoesquelético e avaliar diferentes condições ortopédicas.
O laboratório utiliza técnicas avançadas de simulação computacional para obter uma compreensão mais profunda da biomecânica musculoesquelética. Através de modelos virtuais e simulações por método dos elementos finitos, analisamos as forças internas e tensões em estruturas ósseas, articulações e tecidos moles. Isto permite estudar mecanismos de lesão, desenvolver estratégias de projeto de implantes e otimizar intervenções cirúrgicas.
O laboratório está ativamente envolvido em várias áreas de investigação e desenvolvimento, incluindo investigação da mecânica articular, bem como o impacto das intervenções ortopédicas em articulações como o joelho, anca, ombro, coluna vertebral, entre outras. Também nos focamos no desenvolvimento e teste de implantes e próteses inovadoras para melhorar os resultados nos pacientes a longo prazo. Além disso, quantificamos anormalidades em pacientes para auxiliar no diagnóstico, planeamento de tratamento e estratégias de reabilitação para patologias ortopédicas. Além disso, analisa-se o envelhecimento musculoesquelético para desenvolver estratégias de manutenção da saúde musculoesquelética e prevenir condições ortopédicas relacionadas com a idade.
Através de uma estreita colaboração da área ortopédica e de engenharia, inovação e um forte compromisso com a excelência, o objetivodo laboratório é possibilitar contribuições significativas para o campo da biomecânica musculoesquelética e ortopédica.
A unidade de Microscopia de Luz (LiM) do Instituto de Biomedicina (iBiMED) apoia pesquisas em microscopia de luz convencional e avançada. Está equipado com diversos microscópios que estão à disposição do iBiMED e de pesquisadores externos. | | Também oferece serviços avançados para pesquisadores intramuros e extramuros. O LiM está integrado na Plataforma Portuguesa de Bioimagem (PPBI), uma infraestrutura do Roteiro Nacional de Infraestruturas de Investigação de Relevância Estratégica, financiada pela FCT e pelo programa Compete2020. Os principais objectivos do LiM são fornecer: i) métodos avançados de microscopia para a investigação actual nas ciências da vida e da saúde; ii) treinamento em microscopia óptica para o iBiMED e pesquisadores visitantes; iii) consultoria especializada em planejamento de experimentos e análise de imagens; iv) seminários e workshops de microscopia avançada sobre os mais recentes avanços tecnológicos em microscopia óptica. | | Estamos comprometidos com o desenvolvimento de técnicas de microscopia óptica e suas aplicações aos projetos em andamento de pesquisadores do iBiMED e também de usuários externos. Atualmente estamos focados nas seguintes técnicas: 1) Desenvolvimento contínuo de técnicas especializadas de microscopia e métodos de análise de dados 2) Aplicação de microscopia confocal de varredura a laser, imagens de baixo nível de luz, análise de movimento, fixação, rotulagem, imagens de células vivas, imagens espectrais e separação linear, gerenciamento de dados, processamento de imagens e análise de dados, colocalização, desconvolução.
A pesquisa usando roedores é fundamental nas ciências biomédicas e fez grandes contribuições para o avanço do conhecimento em muitas áreas de pesquisa. O desenvolvimento de novas terapias, incluindo vacinas, antibióticos, anestésicos, câncer, diabetes, cardiovascular e muitos outros medicamentos essenciais para melhorar a qualidade de vida, todos se beneficiaram com pesquisas realizadas em animais. Avanços recentes em biologia celular e molecular, genética, ômica e o desenvolvimento de tecnologias de triagem de alto rendimento reduziram a necessidade de usar animais em experimentos biomédicos. No entanto, o uso de animais ainda é necessário para entender os mecanismos básicos das doenças humanas, testar novos medicamentos e dispositivos médicos e determinar sua segurança para humanos e outros animais. Apesar disso, estamos comprometidos com a implementação dos 3Rs relativos ao uso de animais na ciência. Essencialmente, incentivamos o uso de métodos alternativos, para reduzir o número de animais usados e o refinamento das práticas para tornar a ciência significativa e preservar a integridade e o bem-estar dos animais.
Sandra Rebelo (srebelo@ua.pt)
A Plataforma Tecnológica de Medicina do Genoma iBiMED está equipada com soluções tecnológicas de última geração para oferecer metodologia de microarray (genotipagem e expressão gênica), serviços de sequenciamento de próxima geração (NGS), bem como bioinformática avançada e análise estatística para pesquisadores internos e extramuros. Os principais suportes incluem:
1 - Acesso a tecnologias de ponta na área da genómica;
2 - Treinamento em metodologias genômicas e análises de alto rendimento;
3 - Conhecimento técnico e apoio em projetos experimentais e seleção de metodologias;
4 - Pipelines de bioinformática para análise de dados e interpretação biológica;
A instalação de genômica está fisicamente dividida em um laboratório de análise de amostras (laboratório WET) e um laboratório de bioinformática (laboratório DRY) e oferece serviços NGS usando plataformas Illumina NextSeq550 e MiniSeq, juntamente com serviços de microarrays para genotipagem (iScan), análise de metilação (iScan), estudos de expressão gênica (Agilent) e aCGH (Agilent). A plataforma também fornece suporte bioinformático para a análise de conjuntos de dados complexos gerados por sequenciamento ou microarranjos. O equipamento associado ao laboratório DRY inclui 28 monitores, 16 desktops, 2 laptops, 1 cluster (4 servidores + chassi + conectividade ethernet), 1 solução de armazenamento e 2 UPS. Esta plataforma de investigação está também habilitada a prestar serviços que vão desde o apoio à concepção do projeto experimental, análise e processamento de amostras e consultoria especializada em análise de dados.
A Plataforma Tecnológica de Medicina Genoma iBiMED está integrada no consórcio GenomePT, que pertence ao Roteiro Nacional de Infraestruturas de Investigação. O GenomePT – Laboratório Nacional de Sequenciação e Análise do Genoma tem como objectivo aumentar a participação de cientistas portugueses em projectos de investigação nacionais e internacionais utilizando abordagens à escala do genoma, e promover a investigação do genoma em áreas importantes como a saúde, descoberta de medicamentos, ambiente, recursos marinhos, água doce e biotecnologia (agroalimentar, química verde).
Gabriela Moura (gmoura@ua.pt)
O PtCRIN é uma infraestrutura distribuída a nível nacional e integrada no Roteiro Português com o objetivo de atrair, implementar e gerir ensaios clínicos multinacionais conduzidos por investigadores e outros estudos de intervenção. Os membros do PtCRIN garantem a implementação eficiente de estudos clínicos multinacionais académicos numa base sem fins lucrativos, seguindo os padrões internacionais de qualidade ética e científica, aumentando a qualidade da investigação e a inovação terapêutica em benefício dos pacientes, dos cidadãos e dos sistemas de saúde.
A Unidade de Cultura Celular consiste em duas zonas, um ambiente de contenção de Nível de Biossegurança 2 (BSL-2) e um ambiente de contenção de Nível de Biossegurança 1 (BSL-1). Ambos os espaços permitem aos investigadores do iBiMED realizar com segurança os seus projetos de investigação nas diversas áreas da biologia celular, nomeadamente: envelhecimento, cancro, infeção viral, imunologia, fertilidade, proteostase, neurodegeneração, sinalização e sinalização intracelular e regeneração tecidual, de acordo com as suas necessidades. A Unidade possui um Manual de Biossegurança em BSL-2 e existem diretrizes sobre boas práticas e procedimentos laboratoriais.
Daniela Ribeiro (daniela.ribeiro@ua.pt)
A Plataforma de Saúde Populacional é dedicada à compreensão dos padrões de saúde e dos resultados em diferentes populações. A nossa infraestrutura apoia investigação extensiva em epidemiologia, saúde pública e desigualdades em saúde, disponibilizando as ferramentas e a experiência necessárias para reforçar estratégias e intervenções de saúde pública.
A plataforma promove estudos sobre fenómenos de transição epidemiológica e em saúde, medidas de prevenção em diferentes níveis decuidados e a implementação de abordagens pedagógicas inovadoras que reforçam a literacia em saúde e capacitam indivíduos e comunidades. Abrange igualmente a análise de riscos para a saúde e segurança associados à funcionalidade ecológica em diversos contextos do desenvolvimento humano.
As atividades de investigação incluem ainda estudos de segurança do doente e utilização do medicamento, através de projetos nas áreas da farmacoepidemiologia, farmacoeconomia e farmacovigilância, com especial relevo na utilização, adesão, efetividade e segurança do medicamento na população. Incluindo estudos sobre a polimedicação, estratégias de(des)prescrição, resistência antimicrobiana, ferramentas digitais de apoio à decisão clínica e intervenções de literacia em saúde. Atividades financiadas através de projetos nacionais e internacionais, com o objetivo de melhorar as práticas dos cuidados de saúde e os resultados em saúde pública.
Adicionalmente, a plataforma desenvolve investigação centrada na pessoa na área das doenças respiratórias, incidindo no seu impacto na qualidade de vida e no desenvolvimento de intervenções não farmacológicas personalizadas, como programas de reabilitação pulmonar e de atividade física. Estas iniciativas assentam na colaboração multidisciplinar e em parcerias com doentes, famílias e instituições, com o objetivo de maximizar a independência, funcionalidade e bem-estar na comunidade.
Maria Teresa Herdeiro
Unidade de Investigação e Ensaios Clínicos de Fase Tardia
unidade.investigacao@ulsge.min-saude.pt
+352 962 055 040
Unidade de Ensaios Clínicos de Fase Precoce
epctu@ulsge.min-saude.pt
+352 962 055 040
Unidade de Investigação e Ensaios Clínicos de Fase Tardia
unidade.investigacao@ulsge.min-saude.pt
+352 962 055 040
Unidade de Ensaios Clínicos de Fase Precoce
epctu@ulsge.min-saude.pt
+352 962 055 040
Instituto de Biomedicina de Aveiro (IBIMED)
Centro de Investigação e Desenvolvimento em Matemática e Aplicações (CIDMA)
Centro de Tecnologia Mecânica e Automação (TEMA)
Centro de Investigação em Média Digitais e Interação (DigiMedia)
Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS)
https://cintesis.eu/pt/homepage/
Instituto de Telecomunicações (IT)
Instituto de Engenharia Eletrónica e Informática de Aveiro (IEETA)
http://wiki.ieeta.pt/wiki/index.php/Main_Page
Instituto de Materiais de Aveiro (CICECO)
Instituto de Nanoestruturas, Nanomodelação e Nanofabricação (I3N-FSCOSD)
LAQV-REQUIMTE - Laboratório Associado para a Química Verde
Instituto de Biomedicina de Aveiro (IBIMED)
Centro de Investigação e Desenvolvimento em Matemática e Aplicações (CIDMA)
Centro de Tecnologia Mecânica e Automação (TEMA)
Centro de Investigação em Média Digitais e Interação (DigiMedia)
Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS)
https://cintesis.eu/pt/homepage/
Instituto de Telecomunicações (IT)
Instituto de Engenharia Eletrónica e Informática de Aveiro (IEETA)
http://wiki.ieeta.pt/wiki/index.php/Main_Page
Instituto de Materiais de Aveiro (CICECO)
Instituto de Nanoestruturas, Nanomodelação e Nanofabricação (I3N-FSCOSD)
LAQV-REQUIMTE - Laboratório Associado para a Química Verde
AICIB is actively committed to connecting researchers and healthcare professionals with funding opportunities to leverage the continuation of their research work.
To achieve this, our intention is to attract, support, and mentor these researchers in the development of their activities and help them face any challenges that may arise.
These AWARDS aim to support capacity-building projects submitted and developed by the clinical research centers of hospital units within the healthcare system, with the goal of:
The EHDEN project will create a repository of health data in each of the CAC-EMHA Hospital centers, harmonized according to the international standard for representing health data for scientific research purposes - OMOP CDM.
This initiative will leverage the clinical research conducted by CAC-EMHA institutions and also promote the execution of international, multicentre studies with entities that have already adopted this data model.
The implementation of this initiative began on January 11th, at a working meeting attended by the CAC-EMHA Board, the University of Aveiro, members from each of the Hospital Centers, and the MTG Research & Development Lab.